Como usar o escapulário de Nossa Senhora do Carmo?

Será obrigatório, por acaso, portar o escapulário de pano ou se pode substituí-lo por uma medalhinha? Todo novo escapulário precisa ser abençoado antes de ser colocado? Que figura deve ir estampada neste sacramental?

Como já foi visto, o escapulário do Carmo, por promessa da própria Mãe de Deus ao santo inglês Simão Stock, em 1251, é um instrumento que garante proteção nesta vida, assistência na morte e alegria na eternidade. “Ninguém pense, todavia, que, usando essa veste com preguiça ou torpor espiritual”, adverte o Papa Pio XII, “mesmo assim terá assegurada a sua salvação eterna”. De fato, os efeitos do uso desse “hábito mariano” não se dão magicamente, mas de acordo com as disposições espirituais de cada um [1].

Posto isso, é preciso que aprendamos a usar corretamente o escapulário, atendendo às condições que a Igreja prescreve.

Em primeiríssimo lugar, por comportar uma espécie de integração na família espiritual carmelita, o ato de receber o escapulário deve ser feito por imposição. Durante a cerimônia, diz o atual “Rito de Benção e Imposição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo”, “deve ser usado o Escapulário do Carmo na sua forma tradicional”, isto é, aquele feito de tecido e de cor marrom, o qual “só depois pode ser substituído por uma medalha apropriada” [2], conforme autorização concedida em 1910, pelo Papa São Pio X [3].

Quem pode realizar essa imposição? Antes do Concílio Vaticano II, era necessário que tal imposição fosse feita por algum sacerdote delegado pela própria Ordem dos Carmelitas. Atualmente, diz o mesmo ritual aprovado pela Congregação para o Culto Divino, “têm a faculdade de benzer o Escapulário os sacerdotes e os diáconos; além disso, outras pessoas autorizadas podem também fazer a sua imposição” [4].

É muito conveniente, mas não é absolutamente necessário, que o escapulário possua uma imagem de Nossa Senhora. Basta, como já dito, que ele possua dois pedaços de pano unidos por tiras, como uma veste que se impõe sobre o pescoço.

Também é importante lembrar que, uma vez feita a imposição nos moldes acima descritos, a bênção se transfere para a pessoa, pois ela se torna como que membro permanente da família carmelita, de modo que, deteriorado ou perdido o escapulário, basta que ele seja substituído por outro, não sendo necessário benzê-lo.

 

 Fonte: http://pt.aleteia.org

A história do primeiro católico do Butão que se tornou sacerdote graças à Madre Teresa

 

DARJEELING, 06 Set. 16 / 06:00 am (ACI).- Kinley Tshering havia se convertido ao catolicismo, embora em seu país, Butão, não fosse permitido. Mas, ele sentia o chamado a dar um passo a mais. Arrasado pela incerteza, pediu ao Senhor um sinal e este chegou quando Madre Teresa se sentou junto dele em um voo para Calcutá. Foi então que sua vida mudou.

Único católico convertido no Reino budista de Butão, Kinley Tshering trabalhou em 1986 como representante de uma casa indiana de biscoitos e bebidas. Segundo ‘Religión en Libertad’, ele havia se convertido ao catolicismo na Índia, estudando em uma escola católica em Darjeeling, aos 15 anos, em 1974, e logo se aprofundou em sua fé, estudando com os jesuítas em Bangalore e Mumbai.

Tinha recebido os sacramentos em segredo: até 1995, não houve plena liberdade religiosa no Butão. “Desde 1974 sentia uma inquietação dentro de mim”.

“Eu sempre quis consagrar minha vida a Cristo como sacerdote. Mas, meus estudos profissionais, as pressões da família e meu estilo de vida não estavam ajudando a tomar uma decisão final”.

Nesses momentos, de esgotamento diante da incerteza da vocação, Kinley rezava a Deus para lhe dar um sinal. “Recordo de dizer a Deus: ‘tem que me dar um sinal como esse [dado] a Teresa do Menino Jesus, ao ver a neve no verão, mas o suficiente para que eu não duvide’. Assim, rezei naquela viagem em uma Missa, no domingo, perto do hotel”.

Foi quando encontrou com Madre Teresa em um voo para Calcutá.

“Meu coração batia com força e eu respirava com dificuldade (...) Ela ficou cheia de curiosidade quando lhe disse que vinha do Butão e era católico. Expliquei que eu tinha me convertido e, em pouco tempo com ela, soube da angústia do meu coração: meu desejo de ser sacerdote, mas todas as tentações que tinha. Tomou-me pela mãe e me disse: ‘Eu não digo isso a muitas pessoas, mas te digo: você tem uma vocação, seja generoso com Deus e Ele será generoso com você’”.

“Meus olhos se encheram de lágrimas e chorei todo o caminho para Calcutá, cheio de alegria. Eu tinha pedido a Deus por um milagre para afirmar a minha vocação e o Senhor me enviou um anjo, como [aconteceu] à Virgem Maria. Não tinha nada mais a dizer a não ser ‘aqui estou, sou o servo do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra’”.

Poucos meses depois, Kinley Tshering entrou para o noviciado dos jesuítas no Monte Carmelo, em Kurseong.

Após sua ordenação sacerdotal, Pe. Kinley viajou a Calcutá para agradecer a Madre Teresa por sua ajuda. Ao vê-lo, a primeira coisa que ela disse foi: “Durante os últimos dez anos rezei por você”. Kinley foi o primeiro sacerdote católico de Butão e é atualmente o superior dos jesuítas de Darjeeling.

 

Fonte: http://www.acidigital.com/

Setembro Mês da Bíblia

 

O mês de setembro, para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia,

isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no ultimo

domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia

porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu em 340 e

faleceu em 420 dC).

São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos

originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada

no mundo e usada na liturgia da Igreja. Hoje a Bíblia é o único livro que está

traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas

as casas, talvez nem fazemos idéia, mas a Bíblia é o livro mais vendido,

distribuído e impresso em toda a história da humanidade.

A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que

se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é

formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de

interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida

é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele.

Em novembro de 1965, no final do Concílio Ecumênico Vaticano II,

Paulo VI promulgou a Constituição Dogmática Dei Verbum. Nela se afirma

que “toda pregação eclesiástica, como a própria religião cristã, deve ser

alimentada e regida pela Sagrada Escritura”, que constitui “alimento da

alma e perene fonte de vida espiritual” (n. 21). O Concílio retomou a

afirmação de Santo Agostinho de que “ignorar as Escrituras é ignorar

Cristo”. Por isso fez um convite aos cristãos para que se achegassem ao texto

sagrado “pela Sagrada Liturgia, pela piedosa leitura e por cursos bíblicos”.

Citando Santo Ambrósio, alertou para a necessidade de a leitura da Sagrada

Escritura vir acompanhada pela oração, “pois a Deus falamos quando rezamos

e a Ele ouvimos quando lemos os divinos oráculos” (25).

A partir do Concílio a Igreja começou a incentivar as famílias a terem a

sua Bíblia em casa. Por isso, hoje já são poucas as famílias católicas que ainda

não têm Bíblia. Se, por acaso alguém ainda não a possuir, pode aproveitar as

promoções que as livrarias católicas fazem no mês de setembro para adquiri-
la.

Ter a Bíblia em casa, não é suficiente para um cristão. É preciso

também ler o que nela está escrito. E a leitura não pode ser feita da mesma

forma como se lê um jornal ou um romance policial. A Bíblia deve ser lida em

clima de oração e com o coração voltado para Deus, prestando atenção à

mensagem que Ele nos quer passar.

Colocar em prática o que a Bíblia propõe é o grande desafio para os

cristãos. Mahatma Gandhi, depois de ter lido a Bíblia se desiludiu

profundamente com os cristãos que levavam uma vida em total desacordo com

os ensinamentos de Jesus. Dizia ele: “Não conheço ninguém que tenha feito

mais para a humanidade do que Jesus. O problema são vocês, cristãos,

que não vivem o que a Bíblia ensina”.

Aproveitemos a graça do mês de setembro para criar maior familiaridade

com a Palavra de Deus. Procuremos dar-lhe um lugar de destaque em nossas

casas e tirar alguns minutos do dia para ler algum texto bíblico. Se tivermos

oportunidade, participemos de círculos e estudos da Bíblia que várias

paróquias estão nos oferecendo. Acima de tudo coloquemos em prática o

que a Palavra de Deus nos propõe. A exemplo da mãe de Jesus, “que

guardava tudo em seu coração”, guardemos a Palavra de Deus, meditando

sobre aquilo que ela nos propõe.

Nesse mês da Bíblia somos convidados a estudar e refletir sobre o

LIVRO DO PROFETA MIQUÉIAS e todo esse maravilhoso livro da Bíblia que

têm tanto a nos revelar e instruir.

Fontes:

https://oanunciador.com/2013/09/06/por-que-setembro-e-o-mes-da-biblia/

http://www.agostinianos.org.br/visualizacao-de-artigos/ler/240/setembro-m-s-da-biblia

Terrorista ataca igreja católica na Indonésia durante Missa

JACARTA, 29 Ago. 16 / 11:30 am (ACI).- Um terrorista atacou com uma bomba a igreja católica Saint Yoseph da cidade de Medan, no norte da ilha de Sumatra (Indonésia), durante a Missa dominical. Como a bomba não explodiu, o agressor foi atrás do sacerdote com uma arma.

Segundo uma testemunha, o terrorista estava sentado em um banco da igreja junto com outros paroquianos, quando acionou o pequeno explosivo que levava com ele na manhã do último domingo.

Conforme estas mesmas informações, ele manteve o explosivo escondido em uma mochila. Este não explodiu e, em seguida, tirou da mesma mochila uma faca e se dirigiu ao sacerdote que celebrava a Missa e que naquele momento pronunciava a homilia.

Os paroquianos conseguiram deter o agressor até a chegada da polícia. As autoridades evacuaram a igreja e realizaram uma detonação controlada sobre outros pertences do agressor, para caso houvesse mais explosivos. O sacerdote somente sofreu alguns cortes no seu braço.

A testemunha assinalou ao jornal ‘Jakarta Post’ que o agressor tinha símbolos vinculados ao ISIS e, quando a polícia chegou, outras duas pessoas que estavam escondidas fugiram rapidamente da igreja.

Não é a primeira vez que homens deste grupo terrorista atacam na Indonésia. No dia 14 de janeiro deste ano, outros jihadistas do ISIS atacaram um posto policial e um centro comercial de uma central em um bairro de Jacarta.

Oito pessoas, entre elas quatro terroristas, faleceram no ataque na capital da Indonésia, deixando mais de uma dezena feridos.

Peritos em segurança acreditam que esse ataque faz parte da tentativa do Estado Islâmico de se estabelecer na Indonésia.